Conhecendo as pessoas…

…pelas imagens que elas postam:

(do quadro Ilustras, do pinterest da Helê)

(Do quadro Travelling, da Ticcia Antoniete, a Mme. Mean)

Quer dizer.

Entendeu por que a gente é de núcleos diferentes da novela?

Glamour: um dia terei. (Beijo, Ticcia!)

Helê

Nível: fácil

Imagina um videogame. Antes de começar, você pode escolher o nível de dificuldade com que vai atravessar as fases do jogo: fácil, médio ou difícil?

Agora imagina que esse videogame é a vida. Se você começou o jogo no setting “fácil”, provavelmente você é homem, branco e heterossexual.

Esta analogia sensacional foi a forma que o escritor americano Jon Scalzi encontrou para explicar privilégio ao grupo de pessoas mais privilegiadas do planeta. Nem sempre é simples entender, até porque não necessariamente estas pessoas são as mais bem sucedidas. Mas a comparação é boa: não importa se eles vão conseguir a melhor pontuação, o fato é que para eles o jogo é mais fácil.

“Certamente é possível que alguém jogando em um nível de dificuldade maior esteja progredindo mais rápido que você, seja porque eles tinham mais pontos dados no início do jogo pelo computador e/ou porque suas estatísticas são maiores em riqueza, inteligência e constituição física e/ou simplesmente porque eles jogam melhor que você. Nada disso muda o fato de que você ainda está jogando no menor nível de dificuldade que existe.”

O artigo em que Scalzi defende a ideia gerou bastante polêmica. Como costuma acontecer quando se toca nesse tema delicado. Aqui no Brasil, o Alex Castro costuma tratar do assunto bastante bem, mas ele escreve em tantos lugares que já não sei indicar o melhor canal: pode ser no Papo de Homem, no site pessoal dele, no finado Liberal Libertário Libertino ou por aí pelas internets.

Mas se você lê bem em inglês, dá uma passadinha no texto do Jon Scalzi – e nos dois adendos que ele pós-escreveu – para saber como é que você está jogando seu videogame.

-Monix-

Ideia na cabeça, câmera na mão – e uma vaquinha pra ajudar

Olha aqui, presta atenção: esta não é a nossa canção, mas sim o documentário que a minha amiga Paula Damasceno está preparando sobre o “The Carolina Theatre”, um cine teatro de 85 anos, ativo graças ao empenho da comunidade em Greesboro, Carolina do Norte, EUA. O que você tem a ver com isso? Muito, se você gosta de cinema e história, porque o Carolina é como aquele cinema do seu bairro, lembra? O Baronesa ou o Bruni, no Rio (citem os seus cinemas extintos, leitores paulistas, mineiros e demais). Só que esse sobreviveu e tem inúmeras histórias para contar – inclusive do tempo em que brancos e negros tinham lugares específicos para assistir aos espetáculos e filmes. O tempo passou na janela e essa Carolina viu tudo.

A diretora do documentário está fazendo um crowdfunding, ou melhor, uma vakinha para comprar a passagem necessária para finalizar o documentário. Na página Carolina 85 ela explica tudo melhor que eu, e você pode ver um teaser do filme. Eu agradeço a quem puder colaborar e recomendo naquela minha categoria máxima, dicumforça. Com 10 reais você ajuda a fazer um filme – mais barato que assistir a um, dependendo do cinema. Eu já colaborei, e você? Vai lá. Agora, não deixa pra depois  😉 .

Helê

A Fal é Pop

Prólogo
Precisava comprar dois presentes de aniversário. Achei que o “Sonhei
seria um bom presente (mas não li ainda, o meu só no lançamento) e fui à Saraiva do Escada Shopping.

 

Cena 1
No caixa. A mocinha que registrava não se conteve: esse livro é muito
bom! Tenho um amigo que dá aula de interpretação de texto e quando ele leu esse texto de abertura foi emocionante. (E eu: a autora é minha
amiga.)

Cena 2
No setor de embalagens. A embrulhadora de presentes comenta: “Sonhei que a Neve Fervia”, que título legal, gostei. (E eu: a autora é minha amiga.)

Cena 3
Chega uma vendedora: a pessoa que vai ganhar o presente não é de
chorar muito não, né? Eu li o outro livro dela e é maravilhoso, super
emocionante. (E eu: a autora é minha amiga.)

Pano rápido.

-Monix-

O lançamento do livro em São Paulo foi esta noite. Quem viu, viu. No Rio, será na quinta-feira, dia 17 de maio, na Livraria Prefácio, em Botafogo. Quem viver, verá.

O pior sentimento do mundo – posts inesquecíveis

Gosto muito do Letters of note , embora visite pouco.  Trata-se de um  site com uma proposta tão simples que se explica em poucas palavras: “correspondence deserving for a wider audience”. Publica cartas, postais, telegramas  cujo conteúdo, contexto ou personagens despertam interesse. Difícil lembrar quando conhecemos um site pela primeira vez, mas tenho certeza que fui fisgada por essa carta do Thom Yorke, do Radiohead, por quem passei a nutrir enorme simpatia. As palavras delicadas, certeiras e reconfortantes de Yorke definitivamente merecem uma audiência maior.

” Cara  melissa,

Eu espero que você consiga sair de sua cidade e conhecer o mundo. O pior sentimento do mundo é achar que ninguém mais se sente do mesmo jeito que você, mas você ficaria surpresa ao descobrir quantas pessoas são assim. Espero que você esteja bem hoje.

com amor, Thom.”

 Dando crédito a quem de direito: cheguei até esta carta e ao site por um post do Trabalho sujo.
Helê

Nove

Nove anos de diploma hoje.

Helê

Veríssimo, seu lindo

.

Parabéns para ele, que eu chamo de Meu Rei, mas na verdade é meu pastor, e nada me faltará. Luis Fernando Veríssimo, o maior escritor brasileiro vivo. Tá bom, tá bom, exagerei. Mas com certeza é o mais vivo de todos. 😉

Muito amor por você, Vê.

Helê 

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