Quinta-feira, Janeiro 31, 2008 Cinco Coisas que Vocês Não Sabem sobre Mim

Quinta-feira, Janeiro 31, 2008


Adoro fazer Palavras Cruzadas (só aquelas do Coquetel)
Ando arrastando os pés
Detesto tirar fotos de pessoas (mas adoro fotografar paisagens)
Não gostava muito de brincar quando era criança
Não sei assoviar

-Monix-

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Quinta-feira, Janeiro 31, 2008

É como diz a suprema Renata: me acordem de madrugada e verão a pior face do meu ser.

Monix, rosnando

Despertar

Quarta-feira, Janeiro 30, 2008



Meu novo brinquedinho é um Socializador de Ipod – uma caixa de som portátil. Além de poder dividir com ozotros meus mp3, ele funciona como despertador: eu posso programá-lo para me acordar com música – uma ou várias. Vai daí que agora estou empenhada em construir uma lista de músicas com o tema e título “Canções de Acordar”, que já tem coisas como “Bom dia”, da Zizi Possi, “Here comes the sun”, dos Beatles e “Acorda, Maria Bonita”, com Luiz Gonzaga.

E você, o que sugere para trilha sonora do meu despertar?

Helê

O que você faria?

Janeiro 25, 2008



Abria a porta do hospício?
Trancava a da delegacia?
Dinamitava o meu carro?
Parava o tráfego e ria?
(Paulinho Moska)

It’s the end of the world as we know it
And I feel fine
(REM)

Desde que a humanidade se entende por gente, de tempos em tempos surgem profecias sobre o fim do mundo. As pessoas de antigamente acreditavam que catástrofes provocadas pela ira divina acabariam com a aventura humana na terra.
Hoje em dia, nesses tempos em que a Ciência é o novo Deus, o fim dos tempos só é verossímil se for explicado cientificamente, é claro. Daí que a Dani K achou uma história sobre um asteróide que vai passar perigosamente perto da Terra (embora a probabilidade de impacto seja de zero por cento) e já viajou na idéia de fim do mundo. Eu, que sempre quis pensar no que faria se só me restasse esse dia, me vi imaginando que, se o mundo fosse acabar no dia 29, eu teria até a próxima terça-feira para acertar minhas contas com a contabilidade cósmica nessa minha passagem pela Terra.

***

Se o mundo fosse acabar na terça-feira, eu não teria vindo trabalhar hoje. Teria ido passar o dia num lugar bonito com meu filho. Contaria para ele tudo o que aprendi nessa vida, e tudo o que gostaria de ter aprendido e não consegui, na esperança de que numa próxima vida, quem sabe?, em outro lugar, ele pudesse remotamente lembrar de uma voz que lhe contou tudo isso, um dia, em outra dimensão.
Passaria os próximos quatro dias vivendo cada pequeno prazer intensamente. Comeria chocolates, ouviria músicas, dançaria pelo meio da rua, namoraria muito, diria no ouvido d’Ele as coisas que ficam por dizer e acabam nunca sendo ditas.
Será que todo mundo saberia que o mundo estava dando seu último suspiro? Haveria medo, caos e pânico pelas ruas? Eu acho que não me desesperaria, apenas aproveitaria para ser feliz sem a angústia do amanhã.
Pensando bem, é uma boa receita para viver tranqüila, mesmo que o mundo não acabe na terça-feira.

-Monix-

Quarta-feira, Janeiro 23, 2008

Segundo o Paulo Henrique Amorim informa em seu site, já há mais casos de reação adversa à vacina do que casos registrados de febre amarela. O que confirma que o pânico da coisa é sempre pior que a própria coisa.
-Monix-

Duas notas cinematográficas

Segunda-feira, Janeiro 21, 2008


A Culpa é do Fidel é um belíssimo filme, que, ao contrário do que diz a crítica, eu não classificaria como político e sim como uma história sobre relações afetivas – melhor dizendo, sobre um resgate afetivo, da filha em relação aos pais. A política entra como pano de fundo, que poderia ser qualquer outra coisa. Mas, em sendo um filme com esse pano de fundo político, as observações são ótimas, muito divertidas, especialmente para quem vivenciou, em algum nível, aquele início dos anos 70. O Mickey é considerado imperialista, o catecismo é um ponto de divisão na família, assim como a questão do aborto, e por aí vai. O ponto forte do filme é a forma como a diretora Julie Gavras, totalmente filha de peixe, consegue estabelecer a história inteiramente do ponto de vista da criança, sem comprometer o entendimento da trama, mas mostrando apenas as partes dos acontecimentos que a menina poderia ter apreendido.

***

Eu Sou a Lenda também é muito bom, mas já tem outro clima, é bem superprodução mesmo, com muitos efeitos especiais, todos bem feitíssimos, e aquelas tradicionais tomadas de Nova York destruída/abandonada, que todo filme futurista (?) tem que ter. Seu maior mérito é que, apesar de ser uma produção totalmentemainstream, não cai nos clichês fáceis e nos recursos hollywoodianos tradicionais, tipo música incidental nos momentos de suspense – que não tem. Quase tudo é verossímil, inclusive a forma como o personagem do Will Smith sobrevive, sua decadência física e mental e tudo o mais. O único senão foi a aparição da Alice Braga toda bonitinha e perfumada – mas dá pra fazer vista grossa e deixar passar. O sentido da “lenda” que dá título à história é bem diferente do conto no qual o filme se baseou – eu não li, mas Ele leu e me contou – e, é claro, como sói acontecer, a solução do livro é muito mais interessante. Mas mesmo com as concessões ao público do cinema comercial, o filme está redondinho e vale a pena entrar na sua lista de opções da próxima vez que for ao cinema.

-Monix-

Fui

Janeiro 21, 2008


Sóciamada, assume as carrapetas que eu vou ali um instante e volto já, tá bom?
Pra começar o dia, a semana bem, leiam este post da recém-mothern Anna V.

Helê

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