Quinta-feira, Fevereiro 28, 2008

Pessoas: Marina W mudou de endereço e agora está aqui.

-Monix-

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Fidel e eu ou Misturando tudo

Terça-feira, Fevereiro 26, 2008



Eu acho que chamar de speaker é pedante, e alto-falante é muito longo. Então, a partir da alcunha que já havia criado e devido aos últimos acontecimentos, decidi chamar deFidel a revolucionária caixa de som que eu comprei. E decidi-me de vez com a ajuda dos meus sobrinhos: Danilo alertou “Pô, tia, mas é capaz dele parar”; Gabriel emendou: “mas se ele levar 49 anos pra renunciar você tá feita, tia!”. Decidido.
***
Falando no comandante, aquela revista que eu me recuso até a escrever o nome esta semana tá praticamente dando charuto de brinde. Uma coisa assim que chega dar vergonha alheia. Veja na banca e decida-se como a minha sócia, se ainda não o fez.
Valeu pelo toque, Giba.
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Ainda sobre Fidel: esse menino Idelber (como se diz carinhosamente no nordeste) escreveu um excelente post sobre o assunto. Coisa inteligente, útil, bem escrita, as finezas dele, vocês sabem (não essas bobagens coloridas que eu sirvo aqui pra distrair). Por favor, não percam.
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Idelber que, baideuei, prometeu sugerir canções pra que eu sempre acordasse de bom humor, mas não cumpriu, até agora. Por outro lado, sua sanha assassina contra o Mengão acabou por me dar uma idéia genial que tinha me escapado: acordar com o hino do Flamengo, claro! Como diria o Itamar Assunção,por que que eu não pensei nisso antes?!?!
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Talvez porque periga eu ser jogada pra fora da cama…

Helê
PS: Ó só: não deixa de ler a lista da sócia aqui embaixo. Sen-sa-cio-nal.
PS II – a missão: Mais tarde posto a foto com o Fidel, primeira inspiração pra este post, e a canção do Itamar.

1:35 PM
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LISTA DE PREFERÊNCIAS

Fevereiro 26, 2008

LISTA DE PREFERÊNCIAS
Monix, inspirada pela sócia

Alegrias, as incontidas
Semanas, as bem vividas
Prazeres, os intensos
Desafios, ainda que imensos
Ócios, que sejam breves
Amigas, prefiro as leves
Dores, que me transformem
Amores, que não conformem
Pensamentos, os invertidos
Lazeres, os divertidos
Meses, os quentes
Massas, al dente
Artes, as de vanguarda
Risadas, à larga
Orgasmos, os verdadeiros
Homens, os inteiros
Vida, sempre melhora
Morte, quando for a hora

Saudações Rubro-negras

Segunda-feira, Fevereiro 25, 2008



Helê

LISTA DE PREFERÊNCIAS

LISTA DE PREFERÊNCIAS
de Bertold Brecht – com minhas contribuições…

Alegrias, as desmedidas.
Dores, as não curtidas.
Casos, os inconcebíveis.
Conselhos, os inexeqüíveis.
Meninas, as veras.
/Meninos, os fofos
Mulheres, insinceras. /Homens, os loucos
Orgasmos, os múltiplos.
Ódios, os mútuos.
Domicílios, os passageiros.
/os rotineiros
Adeuses, os bem ligeiros.
Artes, as não rentáveis.
/as deleitáveis
Professores, os enterráveis./ os adoráveis
Prazeres, os transparentes. /os freqüentes
Projetos, os contingentes. /os pertinentes
Inimigos, os delicados.
Amigos, os estouvados.
/os dedicados
Cores, o rubro./ as alegres
Meses, outubro/ os leves
Elementos, os fogos
./os humores
Divindades, o logos./os amores
Vidas, as espontâneas.
Mortes, as instantâneas.

Contribua também, se quiser, lembrando que trata-se de um poema (ah, queria moleza, né? Nananinanão!)

Helê

Fevereiro 21, 2008

A partir da série de reportagens publicadas pelo Luís Nassif em seu blogue, o Serbon propôs uma blogagem coletiva com o tema:

Quando decidi parar de ler a Veja

Na verdade, não se pode parar o que não teve início. Posso dizer que nunca comecei a ler a Veja, embora isso não seja uma verdade completa, já que na casa dos meus pais havia uma assinatura da revista até mais ou menos o final dos dos anos 1980, ou talvez o início da década de 1990. Nessa época, eu acompanhava as notícias da semana por meio da então mais respeitada revista do Brasil. Desde que entrei para a faculdade, tomei uma certa implicância com a Veja, por um motivo simples: a linha editorial da revista, analítica e opinativa (na época as reportagens nem eram assinadas, deixando claro que a posição da revista era uniforme), simplesmente divergia em tudo e por tudo dos meus pontos de vista sobre qualquer tema. Não fazia sentido pagar para ler matérias que apenas me deixariam irritada. No entanto, na época não questionava a qualidade editorial da revista, apenas discordava das opiniões que se manifestavam na publicação.
Pelo fato de não acompanhar a revista com periodicidade, lendo apenas eventualmente em salas de espera ou emprestada de amigos, não me dei conta da queda da qualidade jornalística que ocorreu aos poucos, ao longo dos anos 00. Fazendo uma concessão aqui, outra ali, de repente ficou claro para mim que a Veja de hoje tem uma agenda própria, e que se os fatos não se adequam a essa agenda, pior para os fatos. Fechei a tampa do caixão na edição sobre o referendo do desarmamento, em que a matéria de capa distorce fatos, faz comparações absurdas (como por exemplo, entre a Suíça e o Brasil, no que diz respeito à maneira de governar os respectivos países), e defende abertamente um determinado voto (a favor das armas), numa tentativa – em minha opinião, desavergonhada – de influenciar uma votação democrática.
Ali, o último fiapo de respeito que poderia ter pela revista, apesar das divergências de opinião, se esvaiu. Não estamos mais falando de uma revista conceituada, de reconhecida qualidade jornalística, que por acaso tem uma posição política diferente da minha. Infelizmente, passei a encarar a maior revista semanal do Brasil com o mesmo desperezo que tenho pela mais infame imprensa marrom. Triste fim.

-Monix-

Ainda em tempo

Fevereiro 21, 2008

No domingo Veríssimo Meu Rei transcreveu mais uma das hilárias cartas da ravissante Dora Avante. Um personagem pouco falado, talvez porque restrito à escrita, mas um dos meus preferidos. Nesta semana ela volta a ativa com sua ong Socialites Socialistas, que defendem o que consideram o único socialismo viável no Brasil, o da boca para fora.  No arquivo Premium do Globo ainda é possível ler.

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