Fwd

A Marina W escreveu que sempre avisa quando recebe e-mails com textos apócrifos. Eu queria muito ter essa capacidade, porque e-mail Fwd é uma coisa que me irrita mais do que spam. Só que não consigo avisar o remetente, a Síndrome de Vergonha Alheia me ataca totalmente. Eu acho que uma pessoa inteligente deveria morrer de vergonha se fosse avisada que ei, esse e-mail que você me passou sem ler direito obviamente é uma farsa, não percebeu não? É uma das situações mais constrangedoras do século XXI, eu acho. Cruzes. Por favor, me poupem desse dissabor – não me repassem nada.

Monix, num momento Fal-esperando-a-nave-mãe.

Anúncios

Paul Newman

Na impossibilidade de escolher qual a melhor, ficam duas fotos dele, cuja partida deixa o mundo menos belo – pra dizer o mínimo.

E agora, ao escrever penso que não há equivalente masculino para a palavra diva – porque será?  Se houver, por favor, atribuam a esse homem.

Helê

Cotas

O jornal distribuído no metrô informa que uma pesquisa da PUC concluiu que há mais universidades com cotas para alunos de escolas públicas do que para negros. O que acaba com o argumento de que “as cotas deveriam ser sociais e não raciais”. A se considerar as conclusões da pesquisa, as cotas sociais já existem, e com muito mais penetração.

“De acordo com o levantamento, cerca de 60% das universidades estaduais e federais do país adotam algum tipo de ação afirmativa. Dessas, quase a metade (42%) são cotas. Entre as universidades que fazem reserva de vagas, a maioria é para alunos de escolas públicas (82%), 59% indígenas e 58%, negros. As modalidades podem ser oferecidas simultaneamente.

Segundo uma das coordenadoras da pesquisa, a antropóloga Elielma Machado,apesar de as cotas raciais não serem tão predominantes quanto as outras duas, são alvo muito mais freqüente de críticas na sociedade. Para ela, uma explicação para o fenômeno está no racismo.”

E você, o que acha? A caixa de comentários está aberta para a polêmica, podem falar.

-Monix-

Nós já falamos sobre racismo e cotas raciais em 11 de janeiro de 2008, 17 de abril de 2005 e 12 de junho de 2004.

(In)coerência

“Coerência: não trabalhamos com.” Monix, d’aprés Giu

“Coerência: tem, mas acabou.” Helê, a partir dela mesma

Proto-post

A Helê disse que está sentindo falta dos meus posts. Eu também estou sentindo falta dos meus posts. Se alguém encontrar algum deles espalhado por aí, por favor, devolva-me.

-Monix-

Semana Eu-só-quero-é-ser feliz

Eu adoro fazer aniversário. Muito mesmo. Tive uma fase na vida que achei que não, racionalizei – afinal, é apenas uma data, nada realmente muda, blábláblá e tal. Cheguei até a – horror dos horrores! – não comemorar num ano. Mas depois eu descobri que não, nananinanão, aquela não era eu, porque amar aniversário é a minha cara, uma das minhas marcas, junto com o bocão e as bobagens. Então eu não apenas resgatei essa característica, como recuperei a idéia de que um dia é muito pouco: estendamos pois as comemoração por pelo menos uma semana (pra quem achar pouco, já foi um mês quando eu era adolescente, na Idade da Pedra).

Então está decretada desde sábado passado que esta é a Semana Eusóqueroéserfeliz, que começou muito bem com um mocotó na casa de um dos meus cunhados favoritos (agora eu tenho dois – né, Silvinho?), melhorou ainda mais no domingo com o Mengão voltando pro G4 (uêba!) e assim eu espero que se mantenha. Não me interessa a crise nas bolsas – nem na minha própria, cheguei na Pindaíba do Fim do Mês  mas tô fazendo de conta que não é comigo. Não li o Post Secret desta semana, não sei do pré-sal e para outras aporrinhações, por favor, passa na semana que vem. Porque eu vim ao mundo a passeio, e nesses dias que seguem só vou interrompê-lo pra o estritamente necessário, como trabalhar, por exemplo. Minha maior preocupação é a Festa do Resta Um®, e minha trilha sonora é:

Eu só quero é ser feliz
andar tranqüilamente pelas ruas de Paris…

Helê, monotemática

® Copirráite by Dedéia e Ca

Afrodite, Isabel Allende

“Arrependo-me dos pratos deliciosos rejeitados por vaidade, tanto como lamento as oportunidades de fazer amor que deixei passar para me dedicar a tarefas pendentes ou por virtude puritana”.

É ou não é um começo de livro arrebatador? E um tanto perigoso também. Eu pensei duas vezes antes de continuar – mais pelo excesso de peso que por minhas ‘virtudes putiranas’. Mas a tentação venceu – e está valendo a pena, o livro é uma delícia!

Helê

%d bloggers like this: