Sampa

Meio da primavera, fim de tarde no Ibirapuera. Perder-se – e não achar ruim. Liberdade com o Zé; Petisco, Papo e Pinga com Carol. Baco & pizza no encontro dionisíaco com Fal e Maliu: o Brócolis nunca foi tão saboroso. Batendo cabeça e quebrando tudo no Santo Forte com a Jô, da falange mothern, parceira de pista, de vida, de ponto de vista. O nhoque mais leve ever no Zena; flanar com a Fla na Paulista, Theo lambuzado de sorvete na Vila Madalena. Beijo do Giba na secretária; Friends com Tales no almoço.

Criolo diz que não existe amor em SP, mas sei não. Eu achei um bocado, em cada canto por que passei. Obrigada a todos pelo finde memorável, fim de mês e de férias, sweet november.

Helê

Escolhe a linha, dá sinal e vai!

(Source: observando)

(Source: onlysleep, via algoparapostear)

(Source: yoforbes, via algoparapostear)

(Source: eitazika, via alegriadodia)

Helê

Dia 6 – Com o coração na boca (um suspense/terror)

Duas palavras: Louca Obsessão.

-Monix-

 

Dia 5 – Atriz e ator preferidos

Eu sei que ficou cafona dizer isso, em grande parte pela superexposição constante não só no próprio cinema como nas premiações, especialmente o Oscar, mas se tiver que escolher uma atriz de cinema, vou de Meryl Streep. Eu mesma já enjoei dela, mas é difícil pensar em outra quando lembro de personagens tão diferentes entre si quanto Julia Child e a mãe pós-hippie de Mamma Mia (só para ficar nos exemplos mais recentes). Ela realmente é incrivelmente versátil. De toda forma, vale também uma menção honrosa à Emma Thompson, outra atriz que adoro.

Nora Ephron recomenda ter Meryl Streep interpretando você

 

 

Na ala masculina certamente haveria mais opções, dado que os melhores papéis (e também a maioria deles, independente da importância ou qualidade) ficam para os homens. Mas eu não tive nenhuma dificuldade para escolher um: o primeiro nome que me veio à cabeça foi Philip Seymour Hoffman. Um ator monstruosamente bom, que transita por dramas e comédias com igual naturalidade, mantendo sempre um ar levemente gauche que torna seus personagens ainda mais interessantes (e, é claro, todos loucos, em maior ou menor grau). No capítulo das menções honrosas, preciso fazer uma citação a Leonardo Di Caprio e Brad Pitt, dois atores excelentes que conseguiram superar a pinta de galãs (o que não é fácil) e conquistar o respeito de seus pares e do público.

 

-Monix-

 

 

Dia 4 – Melhor diretor

Billy Wilder. Este eu consigo dizer sem dúvida nem medo de estar esquecendo de algum outro que pudesse ocupar o posto de “melhor”.

Sou absolutamente fã do diretor, e ao meu lado tenho uma legião de cinéfilos e cineastas que também o são. Há vários motivos para se admirar o austríaco que fez carreira na Hollywood dos anos 1940, 1950 e 1960, a fase áurea do cinema no século XX, na minha opinião. Alguns deles são Sabrina, Se Meu Apartamento Falasse, Irma La Douce, A Montanha dos Sete Abutres, Crepúsculo dos Deuses, Quanto Mais Quente Melhor, dentre tantos outros. É impossível dizer qual é a obra-prima deste artista, pois são várias.

 

 

 

Para mim, o que qualifica Wilder ao posto de melhor diretor é a facilidade com que ele transita por diversos gêneros cinematográficos. A impressão é que com exceção de ficção científica, terror e western, ele fez de tudo.

-Monix-

 

Bom finde!

(From flickr.com)

Helê

Dia 3 – Sessão da Tarde inesquecível

Sou filha de um pai assumidamente chocólatra, que ganhava bombons da Kopenhagen e escondia dos filhos, dizendo que não era para o nosso “bico”. Daí dá pra imaginar o sonho que era ver uma cascata de chocolate, no meio de uma fábrica incrivelmente mágica com a do sr. Willy Wonka. O filme ainda continha elementos emocionantes, como a história do menino pobre (clichê nas minhas referências infanto-juvenis) que cuida dos avós doentes e supera todas as dificuldades, sendo reconhecido e premiado no final. Durante anos, toda vez que abria uma barra de chocolate esperava encontrar o bilhete dourado que me levaria a um mundo fantástico como aquele.

-Monix-

 

A Fantástica Fábrica de Chocolate

 

Do reino encantado das férias

We’ve had.

Duas Fridas

Dia 2 – Uma sequência inicial e uma sequência final

Tinha pensado em falar sobre aberturas clássicas como “Crepúsculo dos Deuses”, “Festim Diabólico” etc. Mas seria uma escolha racional, por motivos técnicos. De verdade, me lembro com emoção da sequência inicial de “Para o Resto de Nossas Vidas” (“Peter’s Friends”), um filme que fala lindamente sobre amizade e diferentes tipos de amor, cuja abertura (além de ter em seu primeiro take um proto-doutor-House encarnado por um Hugh Laurie jovencito) resume o sentimento que eu também experimentava na época, o de estar vivendo uma fase de ouro que acabaria em breve… e o resto do filme anteciparia, para mim, o que vinha a seguir: o momento de cada um seguir seu rumo, mantendo os laços de amizade. Os créditos mostram uma compilação de tudo o que aconteceu de importante no mundo na década de 1980, aquela em que cresci e me tornei gente. Por isso, a abertura da Peter’s Friends é um pouco uma síntese daquela fase da minha vida.

Quanto à sequência final, escolhi uma que ilustra bem o tipo de conclusão que gosto de ver em um filme: aquela que amarra todas as pontas soltas, porém com um toque de surrealismo nonsense, pois a vida não é redondinha nem feita de finais felizes. Em “Queime Depois de Ler”, filme engraçadíssimo de uma dupla que gosto muito, os irmãos Coen, a cena final nos mostra uma situação em que apesar de todas as peças do quebra-cabeça terem se encaixado… a figura revelada simplesmente não fazia sentido para ninguém. Delicioso.

 

-Monix-

Constatação

Eu posso , tô considerando e provavelmente irei.

Mas eu não preciso viajar nas férias.  Porque eu moro no Rio.

Lua cheia nascendo na Lagoa

Helê

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