Ele e eu

Os Saltimbancos
Show no Maracanazinho
Show no Canecão
Uma agenda linda em 2005

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Muitos discos
Um livro incrível
E em breve… (suspiros) …nos encontraremos de novo.

-Monix-

Dia 22 – So you think you can dance (um musical)

Quando contei a história do filme para o meu namorado ele me chamou de feminista de meia-tigela. Afinal, esta adaptação do rapto das Sabinas mostra sete irmãos levando à força para uma fazenda isolada pela neve sete moças que não têm importância nenhuma no filme além de servirem de esposas para os rapazes.

Mas o interessante é que apesar de realmente a premissa ser essa, a personagem principal, a mais forte e a que conduz o filme na ponta dos dedos é Milly, a primeira a se casar, a mulher de Adam, o irmão mais velho. E aos poucos o afeto vai transformando a todos, tanto os irmãos quanto as “noivas”.

No elenco dos irmãos, quase todos são artistas de circo, e não apenas dançarinos. Adam canta, e os demais dançam incrivelmente, além de fazer todo tipo de acrobacias. São carismáticos, simpáticos, charmosos os irmãos Pontipee. É muito amor.

-Monix-

 

Sete Noivas para Sete Irmãos

 

 

Dia 21 – Preto no Branco (Um Noir)

Não é um filme noir segundo a definição clássica.

Mas é preto e branco, é um suspense que eu adoro, tem a Ingrid Bergman lindinha e o Charles Boyer malvadão, é uma história de arrepiar e eu queria citar este filme aqui. Então pronto: o título de hoje é À Meia Luz (“Gaslight”).

 

 

-Monix-

 

Arte urbana

Bansky (via Design cookbook)

Helê

Dia 20 – Uma comédia romântica

Este é o meu confort movie, aquele que eu revejo quando as coisas estão ruins, para me lembrar de que há um lugar no mundo onde tudo termina bem. A delicadeza da história contada por Nora Ephron toma corpo nas belas interpretações de Meg Ryan e Billy Cristal – depois, ambos foram tachados de chatos, cafonas etc., mas neste filme estão no ponto alto de suas carreiras. E ainda tem a Carrie Fischer sem as tranças de princesa Leia. E os casais de verdade no sofá que depois virou inspiração pros comerciais da Brastemp. E a deliciosa cena do “I’ll have what she’s having”*, que você pode ver aí embaixo. AMO/SOU Harry e Sally.

 

 

-Monix-

* A frase não estava no roteiro – foi um “caco” incluído pela mãe do diretor, que fazia figuração comendo um lanche na mesa ao lado. :-)

Elegância sutil

(evaixchelThe Hamer tribe touch of class – Ethiopia by Eric Lafforgue on Flickr via goodmemory)

Para mim, a ilustração perfeita para o verso de Caetano, “Quem não amou a elegância sutil de Dodô  Bobô?”, da canção  ”Reconvexo“)

Helê

Dia 19 – Um Faroeste

E eu que não gosto de faroeste tinha que escolher o mais polêmico de todos.

 

Brokeback Mountain

 

-Monix-

Eu e ele

Quando eu disse lá no play (aka facebook) que ele é o fundador da Mansão Foster para Namorados Imaginários, falava sério. Nossa história é das mais duradouras da minha vida, mesmo sendo uma relação aberta (tinha que ser, quando o conheci ele era casado). Todos os outros homens  da minha vida (cof, cof) aprenderam a respeitar o  espaço dele: sabiam que tinham sorte por ele não estar disponível naquele momento (bad timing sucks). Jamais o confrontaram, sabendo que perderiam a batalha e a guerra. Os espertos tornaram-se adversários amistosos, chegando mesmo a me presentear com seus discos, livros, dvds. Os demais, se houve, não são dignos de nota.  Apesar de tudo isso, eu morro de ciúmes dele. Confesso que em épocas como essa, em que ele está em evidência, incomoda-me que todos falem dele como se dele fossem, do modo como eu sou. Falam com uma intimidade que nem ele deu nem eu concedi, um comportamento altamente inadequado. Mas só me cabe suportar:  faz parte das parcas agruras de amar Chico Buarque.

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Helê

Dia 18 – Uma Animação

Porque meu avô querido da infância era o Bagui – uma tentativa tatibitate de apelidá-lo em homenagem à pantera Baguera -, minha animação favorita tem que ser Mogli. Porque esse nosso batalhão é uma instituição. E queremos o necessário, somente o necessário – o extraordinário é demais.

Mogli é de um tempo em que os desenhos da Disney tinham um estilo que nunca mais se repetiu – como os personagens longilíneos de 101 Dálmatas e A Bela Adormecida, por exemplo. Mas ao contrário dos outros longas do estúdio – pelo menos até então – a ambientação não era nada europeia, e sim uma floresta tropical, que combinou de modo muito interessante com uma trilha jazzística de arrasar. A dublagem brasileira também é inesquecível, cujo ponto alto é o MPB-4 cantando a música doa abutres.

Sem dúvida, meu filme de animação inesquecível.

-Monix-

Dia 17 – Brasileirão

O Céu de Suely pode não ser o filme mais badalado do cinema brasileiro, muito menos o de mais sucesso, nem do ponto de vista da crítica nem do público. Talvez nem mesmo possa ser classificado como o meu favorito, mas foi o primeiro que me veio à cabeça e acho que sei o por quê: foi um filme que me fez vivenciar o drama como se fosse meu, como se eu estivesse ali, naquele interior do nordeste. Sem nunca ter sequer passado por lugares como aqueles, eu estive lá.

-Monix-

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